sábado, 14 de julho de 2007

Ide comer marmelada...

20 ANOS DEPOIS DO "CASO N'DINGA"
As direcções da Académica de Coimbra e do Vitória de Guimarães reataram hoje relações, 20 anos depois do famoso "caso N'Dinga"."
A Académica formalizou-nos o pedido deste encontro amigável e entendo que os dois clubes devem ter boas relações. Este jogo-treino vem reatar as relações entre nós", declarou o líder vimaranense, Emídio Macedo.
Logo após o fim do jogo particular entre as duas equipas, que terminou com a vitória dos vimaranasenses por 2-0, as direcções de ambos os clubes confraternizaram no Campo de Tiro da Tocha, participando num almoço de convívio.
De lembrar que a animosidade entre os dois clubes nasceu da utilização irregular do zairense N'Dinga que ditou a relegação da Académica para a 2.ª divisão em detrimento do Vitória.
Record, 14/07/2007

6 comentários:

Conquistador disse...

Como é lindo o Futebol
melhor apreciado
de olhos fechados
cheira a flor
sabor de néctar
brisa quente corpo ardente
parece que vôo
parece que sonho.
Sossegai minha doce Briosa
este lindo Futebol não é a morte que me trás
sou eu a ir-te por trás.

Anónimo disse...

Vens-nos por trás mas é com a língua.
Vê lá se conquistas mas é o que tens em casa antes que alguém a coma por ti.

Anónimo disse...

A noite da má língua?

dux veteranorum disse...

Que eu saiba os estudantes não reataram nada. Os futricas academistas sim, esses merdas.

Anónimo disse...

Há que correlos a todos, à pázada.
Façamos a nossa Aljubarrota e começemos pelo Andeiro do Manholas. Atiremo-lo do muro abaixo.

Campeão da Província disse...

Quo vadis, Briosa?

José Eduardo Simões, presidente da Académica/OAF, declinou tomar parte no almoço que decorreu após o jogo de preparação disputado entre o seu clube e o Vitória de Guimarães caso o director-adjunto do “Campeão” comparecesse no repasto. O jornalista Rui Avelar tinha sido convidado pelo presidente da Junta de freguesia da Tocha, Júlio Oliveira, ao abrigo das relações de amizade por que estão ligados há perto de 30 anos. Por ter tomado chá em pequeno e saber distinguir entre lazer e serviço, Rui Avelar poupou o autarca anfitrião a um incidente protocolar. O jornalista tomou parte num almoço de trabalho, promovido pela ACIC para entrega dos prémios do seu IX Concurso de Vinhos, e Eduardo Simões pôde saborear, na Tocha, a ausência do director-adjunto do “Campeão”. Como gozará férias naquela estância balnear por ocasião do arranque da próxima edição da Superliga, talvez Rui Avelar não esteja livre de lhe ser imputado um eventual percalço da Briosa no início da nova época futebolística. Ironia à parte, vale a pena meditar sobre o carácter de um dirigente da Académica/OAF incapaz de partilhar um espaço com um jornalista só por este cumprir a sua missão de informar. Quo vadis, Briosa?

A felicidade de Campos Coroa

No dia em que a Académica recebeu o Guimarães para um jogo amigável, Campos Coroa acabou por ter razões de sobra para estar feliz. Na véspera, o antigo presidente da Briosa criticou a actual direcção na pessoa de José Eduardo Simões e disse que a realização do jogo era “um insulto à memória de todos os Academistas principalmente aos que lutaram contra as vigarices do futebol Português como Jorge Anjinho...". José Eduardo Simões respondeu acusando Coroa de falta moral para falar. A troca de “mimos” vespertina entre o antigo e o actual presidente da Briosa teve eco nos jornais desportivos e serviu para agitar as hostes. O jogo acabou por se realizar saldando-se numa derrota para a Académica. No final do dia, Campos Coroa era, talvez, quem mais tinha razões para festejar. O filho, Francisco, que amanhã faz 14 anos, sagrou-se campeão nacional de Remo, juntamente com o seu colega de equipa António Alves. A dupla da AAC disputou a prova com 21 equipas.

Derrota amarga

O Guimarães levou a melhor no jogo da reconciliação com a Académica: dois golos sem resposta da parte dos “estudantes”. Ninguém tentou boicotar o jogo, mas a contestação fez-se ouvir, e bem próximo dos ouvidos do presidente da Académica. Um adepto da Briosa “sem papas na língua” não perdeu a oportunidade para dizer a José Eduardo Simões a revolta que lhe ia na alma. Manuel Machado também ouviu algumas bocas pouco simpáticas e foi “convidado” pelo referido adepto a seguir na camioneta para Guimarães. O técnico vimaranense Manuel Cajuda não ficou de fora. Vaticinaram-lhe a permanência no clube da cidade-berço até Dezembro... Apesar de ter decorrido de manhã, e de os não sócios pagarem bilhete, o jogo teve assistência q.b. Até a Mancha Negra compareceu (quem disse que eles não acordam cedo quando é preciso?), não cantou mas fez algum ruído.