Quis saber quem sou O que faço aqui Quem me abandonou De quem me esqueci Perguntei por mim Quis saber de nós Mas o mar Não me traz Tua voz.
Em silêncio, amor Em tristeza e fim Eu te sinto, em flor Eu te sofro, em mim Eu te lembro, assim Partir é morrer Como amar É ganhar E perder
Tu vieste em flor Eu te desfolhei Tu te deste em amor Eu nada te dei Em teu corpo, amor Eu adormeci Morri nele E ao morrer Renasci
E depois do amor E depois de nós O dizer adeus O ficarmos sós Teu lugar a mais Tua ausência em mim Tua paz Que perdi Minha dor que aprendi De novo vieste em flor Te desfolhei...
E depois do amor E depois de nós O adeus O ficarmos sós
O Bitinha andou pelos domínios do Pedro Sapo a espalhar a sua destreza pesadoautomobilística.
Dr. José, arguto e rápido como sempre, não enjeitou a oportunidade de fazer quatro belos bonecos, tendo, inclusivamente, o seu olho clínico detectado uma fábrica de móveis muito particular.
Reabriu um espaço mítico da Figueira. Aquele que outrora foi Vitaminas - tal como Lourenço Marques é Maputo - hoje é Vilena. Nos idos de 90 foi vítima de uma épica investida de uns bárbaros que se acantonavam no Atenas. Depois dessa noite, o Vitaminas, nunca mais foi o mesmo. Transformou-se num espaço de culto de todas as moçoilas casadoiras que queriam assistir a um show de strip masculino. Nunca se soube, ao certo, a génese dessa lenda urbana, o que se sabe sim, é que o bar se esfumou por entre a maresia, qual Atlândida. Eu estive lá e vi, e bebi, e apaludi e sobrevivi. Mas não adianta pedir, que eu não conto...