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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Académica nas meias

Pela primeira vez na nossa história a Velha está nas meias finais da Taça de Portugal de Futsal/FUTSAGRES.
Esta tarde batemos os primodivisionáris do Alpendorada por 6-3, após prolongamento.
Parabéns aos comandados de Tó Coelho.

domingo, 25 de janeiro de 2009

BRIOOOOOOOSA


Lito e Diogo Gomes CARIMBAM mais uma vitória da Velha diante dos da terra de Teresa de Leão.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

El "Pistolero" Garcés está cansado del Académica

Do Panamá, confeso, conheço muito pouco.
Conhecia até ao verão passado o canal, Noriega, Rúben Blades, Delly Valdés, o chapéu, o alfaiate, o Jack, e pouco mais.
Agora conheço, também, e infelizmente, outro pontapeador de bola, José Luís Garcés, El Pistolero. Segundo parece este apodo virá mais das suas "qualidades" extra relvado do que das que tem demonstrado dentro dele.
Acredito que este desconhecimento seja recíproco. Isto é, fosse recíproco, porque depois da infeliz entrevista do "goleador" ao jornal Crítica, do Panamá, os panamianos já ficaram a saber que há, algures na Península Ibérica, um clube e uma cidade que de atrativo nada têm.
O problema, para mim, é que esse clube e essa cidade são nada mais nada menos que a Académica e Coimbra.
Mas será mentira o que diz Garcés?
Claro que não, e isso é o que me doi mais.
No entanto há duas questões que urge distinguir, a primeira:
O estado a que chegámos: a cidade estagnou completamente nos últimos anos, construiram-se zonas comerciais aos magotes e desapareceu todo o resto, os tecidos empresarial e, o pouco que existia, industrial. Aos poucos vamos desaparecendo do mapa do que se vai passando no resto do país. Aqui nada se passa, perdemos importância política, científica, estratégica.
As direcções regionais que estavam por aqui sediadas vão fazendo o seu exôdo aos poucos. A Universidade perdeu o prestígio de outrora. Coimbra envelheceu e tranformou-se numa anciã provinciana e de bengala. Como uma rã acocorada junto ao velho Basófias. E neste status quo, neste marasmo colectivo também a Académica - os sócios - se deixou enlear.
É uma morte lenta, uma longa agonia, o defenhar daquela que, em tempos, foi a primeira capital de Portugal;
a segunda:
O regime totalitário e o culto da personalidade que temos assistido nos últimos anos a quem dirige os destinos da Briosa.
O quero, posso e mando do Presiente que tem conduzido a contratações sem critério algum e que redundam sempre no mesmo, rescisões a meio da época e a imagem da Académica a sofrer prejuízos irreparáveis.
E como habitualmente, nestes últimos tempos, a culpa a morrer solteira.
Mas de que será ela?
Do treinador que escolhe os atletas que pensa serem os melhores para cada posição?
Do director desportivo que deve seleccionar os jogadores contratar de acordo com o perfil desenhado pelo treinador?
Do(s) responsável(eis) directivo(s) pela área do futebol profissional que compra(m) por catálogo os atletas que julgam ser os mais indicados para agradar ao treinador?
Ou do Presidente, porque não tendo definido - pelo menos que se note - uma estratégia, um rumo para a Instituição faz uma navegação à vista, tentando agradar aos sócio e simpatizantes, apenas, no imediato ao invés de construir um projecto sólido e de futuro?

Um 2009 bem Negro

São os votos futebolísticos do Tatebitate.

P.S. A peúga da paz é, obviamente, de um adepto dos "outros".

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Feliz 2009

De Santa Clara
Olha-se o mundo
E o tempo pára
Por um segundo

Quem diz que o amor
É um estudante
Faz um doutor
De cada amante

Se fores à Lapa
Hás-de encontrar
A minha capa
Pra te tapar

Apaixonado
Tenho sossego
Cantando o fado
Junto ao Mondego

Ai de quem
Se detém
A escutar por
Uma vez o segredo
Que Dom Pedro
Só diz a Inês

Briosa,
Amor pra sempre
Amor que a gente
Sabe de cor
Briosa,
Amor imenso
Amor que eu penso
Ser o maior

Briosa,
Amor sofrido
Que dá sentido
À ilusão
Briosa,
Amor materno
Bater eterno
De um coração

Briosa,
Amor pra sempre
Que a gente sente
Ser o maior!


 Zé da Ponte - Hino Académica